30 de Julho de 2010
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Em relação ao rearranjo entre as operadoras de telefonia fixa e móvel no Brasil e a polêmica compra da Oi pela Brasil Telecom, você é:

Contra. A Anatel não terá ação forte e autônoma frente ao mercado oligopólico das telecomunicações
A favor. A fusão segue uma demanda do mercado e fortalece o país, seguindo as condições da Anatel
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Apresentação
 

A Revista Eletrônica Eptic On Line (ISSN 1518-2487) é produzida pelo Observatório de Economia e Comunicação (Obscom) da Universidade Federal de Sergipe (UFS), vinculado à rede de Economia Política das Tecnologias da Informação e da Comunicação (Eptic) O periódico está classificado como A Nacional no Qualis da CAPES, em cuja base de dados está indexado, e conta com um corpo editorial e conselho científico de abrangência internacional. Está inserida, desde o último trimestre de 2007, no Sistema de Editoração de Revistas Eletrônicas (SEER) do Instituto Brasileiro de Informação em C&T -Ibict.

A Eptic On Line possui periodicidade quadrimestral e vem sendo publicada ininterruptamente desde 1999, ano de sua criação. Anualmente, são contabilizadas cerca de 90 contribuições de pesquisadores renomados do campo interdisciplinar das Ciências da Comunicação, da Economia e da Educação, das diversas regiões do Brasil e de países da Europa e América Latina. Mais de 90% dos artigos publicados são gerados a partir de pesquisas originais e uma média de 40% dos trabalhos são publicados por autores de instituições estrangeiras.

A revista Eptic é destinada à publicação de estudos e pesquisas centrados nos campos acadêmicos no interior dos quais a Economia Política da Informação, da Comunicação e da Cultura (EPC) se move. A missão da Eptic On Line é constituir um espaço de diálogo crítico da EPC com outros campos acadêmicos, atuando diretamente na pesquisa e produzindo conhecimento sobre a realidade social capaz de cooperar com a mudança social, ao tornar público o conhecimento, produzido, a partir das tensões entre a teoria e a prática, no mundo acadêmico. Seu corpo editorial e colaboradores cumprem com o compromisso de promover o debate interdisciplinar, mobilizando pesquisadores de diferentes países, gerações e níveis de maturidade acadêmica, para apoiar a ampliação do alcance da Economia Política da Comunicação e do seu poder explicativo.

Trata-se da única revista eletrônica no país a tratar especificamente da Economia Política da Comunicação e da Cultura. Todo seu conteúdo é disponibilizado de forma gratuita. Os artigos podem ser publicados em qualquer língua latina e em inglês. Os textos submetidos aos pareceristas do Corpo Editorial devem atender aos requisitos e tratar de tema previsto na Orientação Editorial da Revista. Em média, são submetidos mais de uma centena de trabalhos por ano. Não há um número específico de artigos a serem aceitos, variando, cada número, entre seis e dez artigos, cerca de três resultados de investigações, duas ou três resenhas e uma entrevista. O tempo entre a submissão e a publicação dos trabalhos é de dois meses e meio, em média. Procura-se, em cada número, incluir um caderno temático, mas a regra, para qualquer contribuição é a do fluxo contínuo.

Além dos números costumeiros, em 2006, foram publicados dois números especiais da Revista, financiados pelo Programa Cultura e Pensamento, do Ministério da Cultura. O tema geral foi “Economia da Cultura, Cinema e Sociedade”. A primeira edição, intitulada “Espaço e Identidades”, possui textos de Alexandre Barbalho, Carlos Leal, César Bolaño, José Manuel Moreno, David Montero Sánchez, Enrique Sánchez Ruíz, Sunny Yoon, Suzy Santos, Guillermo Mastrini, Graciela Presas Areu, Celina Alvetti e Sergio Capparelli, além de uma entrevista especial com o cineasta Sergio Muniz e um mapeamento dos principais festivais de cinema brasileiros. A segunda publicação foi intitulada “Dinâmicas Culturais” e traz uma entrevista com o cineasta e intelectual argentino Octavio Getino, feita por José Manuel Moreno, e artigos de Enrique Sánchez Ruiz, Selda Vale da Costa, Regina Motta, Aurélio Michiles, Renato Martins, Flávia Seligman e Araci Koepp dos Santos. Além disso, há duas análises fílmicas de Laura Loguercio Cánepa, que analisa o filme Crime Delicado, de Beto Brant, e Júlia Rebouças, que estuda os dois filmes da diretora argentina, Lucrécia Martel: La Ciénaga (2001) e La Niña Santa (2004).

 

 
 
 
 
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